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  • Cronograma das atividades do SAPIENTIA

    30 Março às 08:00 a 08 Junho às 22:00

    Está disponibilizado o cronograma de atividades do laboratório SAPIENTIA para o primeiro semestre de 2018, conforme a tabela abaixo:

    CRONOGRAMA SAPIENTIA 2018/1

    DATA

    TEMA/OFICINA

    COORDENADOR

    30 Mar

    Oficina: Técnicas e Métodos de Pesquisa

    Profª Dra. Armênia Maria de Souza (FH-PPGH/UFG)

    26 Abr

    Oficina: Teoria Política Medieval

    Prof. Dr. José Jivaldo Lima (FF/UFG Campus de Goiás)

    27 Mai

    Oficina: Ensino de História Medieval

    Ms. Cleusa Teixeira de Sousa

    06, 07 e 08 Jun

    III Seminário Mundos Ibéricos: História, poder e cultura (UEG/UFG/PUC-GO). Homenagem ao Prof. Dr. José Antônio de Camargo Rodrigues de Souza

    Profª Dra. Armênia Maria de Souza (FH/PPGH-UFG); Profª Dra. Renata Cristina do Nascimento (UEG/UFG/PUC-GO)

     

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  • Anpuh

    XII ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH-GO e II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA

    08 a 11 Maio

    O professor Marcos Antonio de Menezes, do Programa de Pós-Graduação em história, da Regional de Jataí convida todos a participarem do XII ENCONTRO REGIONAL DA ANPUH-GO e II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA DA UEG – que acontecerá de 8 a 11 de maio na cidade de Pires do Rio em Goiás.

     

    Vejam no endereço abaixo informações sobre o evento e os procedimentos de inscrição.

    http://www.sih.ueg.br/

     

    ST 13: PERFORMANCES DA CIDADE: MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS NO ESPAÇO URBANO (SÉCULOS XIX-XX)

     

    Marcos Antônio de Menezes (Professor Associado UFG/Jataí); Antônio de Lion (Doutorando PPGHI/UFU)

     

    EMENTA:

    As performances culturais na articulação forma, corpo e ação registram as
    experiências humanas pela via simbólica, especialmente a considerar as estruturas do drama na sociedade, por conseguinte no tempo e no espaço (CAMARGO, 2011), privilegiando análises das [re]presentações artísticas e ritualísticas urbanas. Outrossim, as cidades são, talvez desde sempre, o lugar de confluência entre as múltiplas manifestações artísticas e culturais, sobretudo por suas expressões e formas, ou seja, a urbe se presentifica em cenografias dedicadas a arte, ou, não; trata-se de espacialidades (CARLSON, 2012). Assim, os espaços urbanos são “um cenário físico e integrado, capaz de produzir uma imagem bem definida, que desempenha também um papel social. Pode fornecer a matéria prima para os símbolos e reminiscências coletivas da comunicação do grupo” (LYNCH, 1997, p. 5). Nessa perspectiva, a cidade é potencialmente um símbolo poderoso de uma sociedade labiríntica e que pode ter um denso significado em sua relevância. Essa espacialidade é para os artistas um sistema de referências individuais, lugares de memória e de diferentes alusões para as outras pessoas que fluem de suas produções. Nesse sentido, a cidade se apresenta ao historiador da cultura urbana como locus de poder sensual encontrado nos eventos e processos performáticos (ação humana processual na cultura), sobremaneira a sua condição de registradora que a aproxima da história “[...] é matéria morta, misturada na ‘pilha de escombros’ que constitui o passado [...]” (LOPES, 1994, p. 08). A reminiscência de temporalidades.

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