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Yussef Daibert

Atualizado em 05/09/18 21:39.

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Livros - Yussef Daibert S. de Campos

 

 

 Percepção

CAMPOS, Yussef D.  S. Percepção do Intangível: entre genealogias e apropriações do patrimônio cultural imaterial. 2a edição. Belo Horizonte: Arraes Editores/ Goiânia: IU-UFG, 2017.

Esse livro traz em seu bojo os resultados de minha pesquisa reali­zada no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural (Universidade Federal de Pelotas), entre 2009 e 2010, apresentados, parcialmente, em eventos científicos, na forma de artigos ou comunicações em congressos, com apoio da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Apresenta o estudo da relação entre identidade social e patrimônio cultural, em especial o imate­rial, tomando como objeto de estudo a legislação específica, com enfoque na Lei Robin Hood, de Minas Gerais. O objetivo principal é apontar a identidade social como legitimadora da proteção do patrimônio cultu­ral, em todas suas categorias, e demonstrar que não se deve montar uma pirâmide hierárquica entre as categorias do patrimônio cultural; e mais: que a identidade nacional é formada por uma miríade de identidades lo­cais, entendidas como conceitos construídos a partir de disputas entre tais identidades, que resultam em determinadas práticas políticas. Além disso, buscará mostrar como a lei age como instrumento construtor de comuni­dades imaginadas. Isso poderá ser observado a partir da análise da legis­lação pertinente, assim como na comparação entre a legislação brasileira, em especial a mineira, e a argentina e de sua Ciudad Autonoma de Buenos Aires. Através dessa investigação, será visto que o patrimônio cultural é um campo de conflito entre identidades e que as práticas públicas nessa área são reflexos desse embate. O renomado professor David Lowenthal, autor destacado na área de patrimônio cultural, com diversas obras que são referências, como "The Past is a Foreign Country" e "The Heritage Crusade and the spoils of History", disse, sobre a obra: "Tive o prazer de ver entre suas fontes quatro dos meus bons amigos e colegas, Patrick Geary, Michael Brown, John Henry Merryman e Lynn Meskell". 

 Proposições
CAMPOS, Yussef D.  S. Proposições para o patrimônio cultural. 2a edição. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2015.
Leitor tem diante de si um livro que desafia o senso comum e investe com admirável ousadia, criatividade e inteligência na possibilidade de se pensar e de se desenvolver novas questões patrimoniais. Yussef Campos é um pesquisador raro e conectado no mundo contemporâneo, capaz de lidar com o passado sem perder o foco no presente e no futuro e, por isso mesmo, capaz de abrir novos horizontes de pesquisa. Yussef Campos é um pesquisador que combina consistente formação no campo do direito, com formações igualmente consistes no campo do patrimônio e da Memória Social.O livro Proposições para o patrimônio Cultural, aporta especial contribuição para as práticas e as reflexões em torno do patrimônio cultural.
 Palanque
CAMPOS, Yussef D.  S. Palanque e Patíbulo: o patrimônio cultural na Assembleia Nacional Constituinte (1987-1988). São Paulo: Annablume, 2018.
pesquisa de Yussef Campos enfoca os vínculos entre patrimônio, memória, identidade e localidade. Esta questão tem sido objeto de muito trabalho há pelo menos três décadas, mas a abordagem desse pesquisador é original e particularmente relevante. De fato, no âmbito de análises muito precisas das políticas de patrimônio implementadas no Brasil, ela não documenta apenas as interações entre estratégias patrimoniais e estratégias de identidade. Também mostra como essas estratégias podem às vezes ser prejudiciais aos indivíduos - o que ele chama de “lado perverso” do patrimônio cultural - promovendo o fechamento das sociedades em si mesmas. Em um contexto de globalização em que a tensão entre políticas inclusivas (abertas) e exclusivas (fechadas) é aguda, a pesquisa de Yussef Campos representa, portanto, uma contribuição teórica e empírica extremamente valiosa.
Joël Candau
 o lado perverso do patrimonio
CAMPOS, Yussef D.  S., KULEMEYER, Jorge. (Orgs.) O lado perverso do Patrimônio Cultural. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2018.
El conocimiento de las modalidades de gestión del patrimonio cultural y natural, tangible e intangible, en un distrito determinado posibilita analizar las peculiaridades del contexto cultural, ideológico, político, económico de la sociedad en que se desarrolla la tarea dado que refleja el espacio y el tratamiento que se otorga a lo público y a lo privado en la vida cotidiana (propiedad, uso, valor, poder, calidad de vida, planificación, etc.). Esto implica que el concepto de patrimonio que se toma como referencia en cada situación por parte de cualquiera de los actores (con o sin poder de decisión o ascendencia en su relación con el conjunto de la sociedad) y el que prevalezca en cada situación de tiempo y lugar, forzosamente poseen connotaciones que, en sus usos y abusos, con frecuencia permiten visualizar un lado perverso. Este libro es uno de los resultados del proyecto de cooperación internacional entre la Universidad Federal de Goiás (UFG - Brasil) y la Universidad Nacional de Jujuy (UNJU - Argentina). Desde 2014, el Programa de Posgrado en Historia UFG y el Doctorado en Ciencias Sociales (FHyCS – UNJu) cuentan con el apoyo de la Coordinación de Educación Superior de Mejoramiento Personal (CAPES) de Brasil y la Secretaría de Políticas Universitarias (SPU) de Argentina, en el marco del Programa de Fortalecimiento de los Centros Asociados para Graduados Brasil-Argentina (PAAC-BA).
 patrimonio cultural plural
CAMPOS, Yussef D.  S. (Org.) Patrimônio Cultural Plural. Belo Horizonte: Arraes Editores, 2015.
"A pluralidade indicada no título desse livro será justificada por variados motivos. O primeiro deles é adjetivar algo há muito reconhecido como transdisciplinar: o patrimônio cultural. Esse livro reúne capítulos escritos por pesquisadores das mais diversas áreas, bem como de diferentes lugares de discurso. Temos aqui representados a Geografia, o Turismo, a História, o Direito, a Memória Social, a Museologia, a Antropologia, a Arqueologia, a História da Arte, a Conservação e o Restauro, a Arquitetura, as Artes, as Ciências Sociais... e ainda assim não foram cotejadas todas as áreas que podem se debruçar sobre o patrimônio."
 Capa Tramas
CAMPOS, Yussef D.  S., FERREIRA, Lúcio M. Tramas do patrimônio cultural: identidade, memória e localidade. Juiz de Fora: Editar, 2017.
 
Assim é esse livro. Feito por pesquisadores(as) iniciantes, em seus mestrados e doutorados, bem como por alguns agentes da gestão pública, todos(as) discentes do Programa de Pós-graduação em História (sejam matriculados(as) ou ouvintes, regulares ou especiais) da Universidade Federal de Goiás (PPGH-UFG) e do Programa de Pós-graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pelotas (PPGMP-UFPel). Durante as disciplinas cursadas pelos(as) alunos(as), debatemos e investigamos o patrimônio como expressão política da Memória e uma elaboração narrativa da História. Através de abordagens conceituais, o estudo do patrimônio cultural – como categoria discursiva polissêmica – nos apontou aproximações entre objetos divergentes e perquirição sobre possíveis convergências, partindo de negociações e conveniências político-identitárias.
03 - Capa Yussef Preview_2
CAMPOS, Yussef D.  S. (Org.) Gestão do Patrimônio Cultural. Juiz de Fora: Editar, 2015.

Esse livro reúne textos trabalhados por colegas de turma da Especialização lato sensu em Gestão do Patrimônio Cultural (Granbery/PERMEAR), cursada entre 2007 e 2009 em Juiz de Fora, Minas Gerais, ou em seus cursos de aperfeiçoamento posteriores.Contando com formações diversas, os autores apontam temas que envolvem a ritualística da gestão do patrimônio cultural, suas imbricações, desa os, obstáculos e soluções, assim como tratam de abordagens teóricas sobre o patrimônio.Arquitetura, Restauro, Museologia, Direito, Turismo, Educação Patrimonial. Essas são áreas que não se bastam para abarcar toda a imensidão de assimilações possíveis, mas estão aqui presentes como exemplares de textos voltados para os problemas concernentes ao tema, entre outras.E, além do patrimônio, o passado também surge como objeto de estudo. Não propriamente o passado, mas o homem em seu tempo, como bem indicaria Marc Bloch, pois é impossível reconstruirmos factualmente e com exatidão o passado, pois ele não pode ser visitado. Também a memória: inquieta, complexa, difusa e cheia de vigor, galgando ares de legitimação e identidade.

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